O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que Débora Rodrigues dos Santos, acusada de pichar a estátua “A Justiça” em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, cumpra prisão domiciliar até o final de seu julgamento.
Gonet considerou que, embora os motivos da prisão preventiva permaneçam, a demora na conclusão do julgamento justifica a mudança para o regime domiciliar. A decisão final caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.
Débora, que é mãe de dois filhos menores de 12 anos, está presa preventivamente desde março de 2023 e responde por cinco crimes, incluindo associação criminosa armada, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e deterioração de patrimônio tombado