O exame de sangue desenvolvido por pesquisadores das universidades de Washington, nos Estados Unidos, e de Lund, na Suécia e divulgado nesta segunda-feira (31), representa um avanço significativo no diagnóstico e monitoramento do Alzheimer.Este teste mede os níveis da proteína MTBR-tau243 no sangue, que refletem a quantidade de emaranhados de tau no cérebro, uma das principais causas da doença.
Segundo o teste, com uma precisão de 92%, o exame não só diagnostica o Alzheimer, mas também determina o estágio da demência, diferenciando entre fases iniciais e avançadas da doença. Além disso, ele pode distinguir o Alzheimer de outras formas de demência, o que é crucial para a escolha do tratamento mais adequado.
Atualmente, os métodos padrão para avaliar o Alzheimer, como a tomografia por emissão de pósitrons (PET), são caros e pouco acessíveis, tornando este novo teste uma ferramenta promissora para popularizar o diagnóstico e orientar melhor os médicos na prática clínica.
O diagnóstico de Alzheimer é clínico e requer um exame completo no paciente, que pode incluir exames de sangue, testes de esatdo mental, ressonância magnética, entre outros.